[Cinema] Resenha: Laggies

E aí, beleza?

Ontem fiz um post que há muito eu estava querendo fazer, mas que a correria do dia-a-dia ainda não havia me permitido. Por conta disso, fui direto ao assunto e nem me pronunciei sobre minha ausência de mais de 2 meses aqui do blog. Mas isso ja é auto-explicativo, certo?

Enfim, minhas férias da faculdade finalmente começaram nesta semana e, assim, estou tendo tempo para tocar os meus hobbies novamente: blog, livros, filmes, séries, sou livre novamente.giphyBem, vamos ao que interessa: o primeiro filme assistido – e, assim, aqui resenhado – é Laggies (Encalhados)!

Quem me conhece/me acompanha no twitter sabe muito bem o quanto eu amo a Keira Knightley, o que torna uma surpresa o fato de eu ainda não ter assistido a esse filme de 2014. Mas né gente, acontece. Então vamos lá

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Encalhados (2014)

Direção: Lynn Shelton

Elenco: Keira Knightley, Chloë Grace Moretz, Sam Rockwell

Sinopse: Megan (Keira Knightley) é surpreendida ao receber um pedido de casamento de seu namorado. Confusa e incerta, decide forjar um passeio em busca de autoconhecimento, enquanto na verdade está na casa de Annika (Chloe Grace Moretz), uma adolescente que acabara de conhecer. (Filmow)

 

Megan, personagem de Keira, é uma jovem confusa e imatura de 28 anos que se vê completamente perdida na vida em relação a seus amigos e ao seu namorado. Formada e mestrada, porém sem um “emprego de verdade”, ela se sente pressionada quanto à vida adulta, com suas amigas do ensino médio se casando e sua e seu namorado cobrando atitudes da parte dela para dar um jeito na vida.

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Após se pedida em casamento pelo namorado e presenciar uma cena desagradável (pra dizer no mínimo??) durante a festa de sua amiga, Meg deixa do local para relaxar e acaba conhecendo Annika (Chloë). Ao voltar para casa, Anthony (Mark Webber) – seu namorado – volta a tocar no assunto do casamento, de forma que Megan decide passar uma semana fora da cidade, em um seminário de autoconhecimento. Porém, uma ligação de Annika faz seus planos mudarem, e ela acaba passando essa semana com a garota, Craig (Sam Rockwell) – pai de Annika -, e o jabuti da família*. A partir daí, Megan se envolve com os dramas da família e dos amigos de escola de Annika, o que faz Meg refletir e repensar sua vida e suas relações (familiares, amorosa e sociais).

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Pessoalmente, o filme é bem ok: não é ruim, tem boas atuações e um plot interessante. A proposta do filme, a meu ver, não era explorar profundamente a história dos personagens, mas sim promover a reflexão sobre crescer, se encontrar e abandonar – ou não – o espírito da juventude. Acho que o filme realmente apresentou o que propunha, não mais nem menos do que isso.

*Fun fact: a jabuti no filme se chama Flynn, o mesmo nome da diretora do longa. Na vida real, o nome é Shelley, que é a versão feminina para “Shelton”, que é o sobrenome da diretora 🙂

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